Não dá para não ler o segundo livro de Como Eu Era Antes de Você.
Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Como eu
era antes de você conta a história do relacionamento entre Will Traynor e
Louisa Clark, cujo fim trágico deixou de coração apertado os milhares
de fãs da autora Jojo Moyes.
Em Depois de você, Lou ainda não superou
a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como
garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai
do terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua
família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo
trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz
de compreendê-la.
Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma
guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de
luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e
biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo
parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e
atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.
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O Mundo de Sofia abre as portas para a filosofia através do entretenimento de forma agradável e instigante. A genialidade do autor fez com que sua obra ultrapassasse mais de 1 milhão de vendas apenas no Brasil! Nele você acompanha a história de uma garota, Sofia Amundsen, que na véspera de seu aniversário de quinze anos passa a receber cartas com perguntas como "Quem é você?", "De onde vem o mundo". As cartas são para uma garota a qual Sofia não conhece Hilde Møller Knag, emitidos do Líbano, por um major desconhecido. As perguntas tiram o leitor da realidade da realidade revelando o quão é fantástico viver. Levando a quem lê . Isso leva a protagonista a uma exploração do universo da filosofia, passando pelos pré-socráticos até os contemporâneos. No desenrolar da história ao descobrir que se encontra envolvida em mistérios grandiosos, Sofia e seu professor de filosofia correm em busca de respostas.
O livro, de forma geral, vale o tempo lido, é instigante e recheado de conhecimento em filosofia. É ideal à quele que adora filosofar, mas não deixa de ser uma ótima escolha aos que buscam entretenimento. Tenha certeza, após ler O Mundo de Sofia, você verá o mundo com novos olhares.
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Um livro excitante e de tirar o fôlego!
Sua forma de contar aproxima o leitor e o transporta para as cenas dos livro, sendo diferenciado em vários pontos fazendo valer muito a pena sua leitura. A Secretária Desfeita é uma obra explícita e sem pudor acompanhada com um belo toque de humor! ;)
"Vou jogar um cinzeiro na cabeça dele. Ok, ok. Calma lá. Eu explico.
Meu chefe é insuportável. Quero dizer, um babaca de primeira classe,
egocêntrico, o mais rico dos ricos e completamente inacessível. O
mordomo dele tem um mordomo. Ele é rico o bastante para comprar vários
políticos e acredita no valor do trabalho duro, conceito com o qual está
só vagamente familiarizado. Passa o dia adulando e servindo drinques, e
usando aquele sorriso ai-tão-encantador e ai-tão-falso que convence
todo mundo. Menos a mim. Ah, e já contei que ele parece um modelo de
comercial de cueca?"
A autora
"Melanie Marchande é uma jovem escritora que ama criar histórias divertidas, picantes e, ocasionalmente, úmidas sobre duas pessoas que não conseguem viver uma sem a outra. Ela adora bilionários machos alfa, heroínas curvilíneas e apimentadas e pizza. Não necessariamente nessa ordem."
Depois de cinco anos trabalhando para o sr. Ryan, a paciência de Meghan
com as manias e a grosseria do chefe bilionário já está no fim. Não
importa que ele seja bonito e sexy...
Para suportar a pressão, ela
busca refúgio na leitura de uma série de livros eróticos escritos por
Natalie McBride. Meg se torna fã, chegando a trocar correspondência com a
autora.
Mas seu mundo vira do avesso com a revelação de uma incrível
coincidência: Natalie, na verdade, não existe. Os livros foram escritos
por seu detestável chefe. E ele, sem saber que “Sua Secretária” é uma
fã, pede a ela que encarne Natalie McBride em eventos de divulgação dos
livros.
E não é apenas isso que Meg descobre. Ryan tem vários outros interesses; e ela faz parte de todos eles.
A tensão entre os dois aumenta até que um tórrido e complicado caso de amor comece.
Com
humor, reviravoltas e cenas sensuais que farão este livro pegar fogo em
suas mãos, “Sua Secretária” certamente vai te surpreender, fazer rir,
chorar e corar.
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A Bastilha era uma velha fortaleza na França, utilizada pelo Cardeal
Richelieu como prisão para intelectuais e nobres, especialmente os
opositores do rei. A invasão da fortaleza pelo povo de Paris, em 14 de
julho de 1789, é a data referencial para marcar as comemorações da
Revolução Francesa. A tomada da Bastilha tinha o aspecto simbólico de
ocupar um dos expoentes máximos do absolutismo e dar início à revolução.
Para lembrar desta data histórica, o Estante Blog separou cinco
romances que abordam, de alguma forma, a Revolução Francesa em suas
diferentes fases. Confira.
Um conto de duas cidades, de Charles Dickens
Repleto de aventura, romance e tragédia, o romance teve como inspiração a obra História da Revolução Francesa.
A peculiaridade deste romance começa na condição indissociável da
escrita de Charles Dickens: é obviamente com o olhar estrangeiro e não
raro antagônico de um inglês que ele dá vazão à sua trama. No entanto,
isso não o impede de ir ao fundo de questões fundamentais e de compor um
quadro impressionante do que foi aquele período da história da França
para os homens da época. Estão todos ali. Personalidades marcantes, na
melhor tradição do romance folhetinesco. De outro lado, contrapõe-se a
multidão: o povo miserável de Paris e de seus arrabaldes, ora
animalizado na pobreza à qual os empurrou uma voraz aristocracia, ora
plateia ensandecida do espetáculo dantesco de “La Guillotine”.
Forte é o cristal, de Daphne du Maurier
A maior parte dos romances sobre a revolução francesa é ambientada em
Paris ou Versalhes. Esta obra, no entanto, retrata a história de uma
família durante a Guerra de Vendée, uma brutal contra-revolução
monárquica. Contada através dos olhos de Sophie Busson, a filha de um
artesão, a história registra uma família engajada na revolução tentando
reconstruir sua vida após o conflito.
A sombra da guilhotina, de Hilary Mantel
Paris, 1789. O poder real está em declínio e as multidões tomam as
ruas clamando pela revolução. É nessa França instável que o destino de
três jovens, cuja amizade foi cunhada sob o Antigo Regime, é traçado –
Maximilien Robespierre, Camille Desmoulins e Georges-Jacques Danton.
Juntos, serão os três grandes artífices da Revolução Francesa.
Puro, de Andrew Miller
1785. Jean-Baptiste Baratte, um jovem engenheiro iluminista, tido
como amante de Voltaire, recebe uma missão desafiadora do rei Luís XVI:
livrar-se da igreja e do cemitério de Les Innocents. No início, o
protagonista percebe nessa empreitada uma chance de limpar o fardo da
história, a tarefa perfeita para um homem moderno, do futuro, da razão.
Ele logo sente, porém, que a igreja e o cemitério são apenas prenúncios
de uma queda maior que ainda está por vir. Miller utiliza seu herói,
Jean-Baptiste, e a destruição da igreja e do cemitério como formas de
dramatizar uma das grandes questões do Iluminismo: qual é a situação do
passado? É algo a ser valorizado e preservado ou deveria ser
simplesmente esquecido?
Os duelistas, de Joseph Conrad
No início do século XIX, Féraud e D’Hubert, dois oficiais franceses
do Grande Exército de Napoleão Bonaparte, encontram-se. Uma disputa por
uma ninharia se transforma em animosidade. Eles duelam – o que é
proibido a oficiais franceses em tempos de guerra -, mas o duelo não é
conclusivo. A partir de então, suas vidas nunca mais serão as mesmas.
Ambientada em vários lugares da Europa e tendo como pano de fundo as
guerras napoleônicas, essa é a história de dois homens marcados por uma
obsessão: eles passarão a existência procurando e desafiando um ao outro
para sucessivos combates.
Svetlana Aleksiévitch nasceu na Bielorrússia em 1948. Estudou
jornalismo na Universidade de Minsk, a partir de 1967, e depois de
completar o curso mudou-se para Beresa, na província de Brest, para
trabalhar no jornal e escola locais. Após alguns anos, voltou para
Minsk, onde trabalhou na Sel’skaja Gazeta, jornal das fazendas
coletivas soviéticas. Foi lá que ela reuniu material para seu livro
baseado em entrevistas com centenas de mulheres russas que participaram
da Segunda Guerra Mundial.
Por causa de sua crítica constante ao regime soviético, Aleksiévitch
viveu em diversos países, como Itália, França, Alemanha e Suécia. Em
2015, tornou-se a primeira jornalista a ganhar o Prêmio Nobel de
Literatura, honraria que a coloca ao lado de nomes como José Saramago, Mario Vargas Llosa, Thomas Mann, William Faulkner, entre outros. Vozes de Tchernóbil foi seu primeiro livro no Brasil, e o segundo, A guerra não tem rosto de mulher. A editora que a publica no Brasil prometeu lançar todos os títulos dela no país.
Vozes de Tchernóbil
Em 26 de abril de 1986, uma explosão na usina nuclear de Tchernóbil,
na Ucrânia, liberou uma quantidade imensa de partículas radioativas na
atmosfera, afetando diversos países do planeta. As cidades da Ucrânia e
da Bielorrússia, por estarem próximas à usina, foram atingidas de forma
impressionante. E, apesar de todo o mau sofrido pela população, os
governantes da época fizeram de tudo para abafar a realidade – e o fazem
até hoje ao minimizar as consequências. Tentando mostrar ao mundo a
verdadeira realidade, Svetlana dá voz ativa àqueles que lá estavam e
que, de alguma forma, foram afetados por essa catástrofe. Um livro
arrebatador com cenas terríveis, acontecimentos dramáticos e o melhor:
com uma sinceridade inigualável.
A guerra não tem rosto de mulher
A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista
masculino. As mulheres são sempre figuras secundárias que apenas
tangenciam os eventos. Svetlana Aleksiévitch mostra justamente o
contrário: muitas das russas estiveram na linha de frente da batalha,
sendo figuras primordiais para seu país. Estas vozes ressoam de forma
angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência
sexual e a sombra onipresente morte.
Poucos nomes são mais presentes na literatura infantil do que
Monteiro Lobato. A mente por trás do Sítio do Pica-Pau Amarelo deixou um
legado que ainda hoje encanta milhares de crianças em todo mundo.
Confira algumas curiosidades sobre este maravilhoso escritor.
1- Lobato foi um aluno mediano na escola e chegou a ser reprovado em
português. Foi só quando chegou à universidade, onde se formou em
Direito, que ele começou a dar sinais de brilhantismo acadêmico.
2 – Monteiro também tentou se dedicar às artes plásticas. Chegou a
pintar alguns quadros, fez diversas caricaturas de professores do Largo
São Francisco e retratos de natureza morta. Desistiu do ofício de pintor
no dia em que confundiu uma caixa de aquarelas com tinta óleo: “Como
pretende ser pintor um imbecil que nem distingue aquarela de óleo?”,
lamentou-se.
3 – Em 1917, o autor foi contratado como jornalista nas publicações O Estado de S.Paulo e Revista do Brasil. Fez tanto sucesso que acabou se tornando dono da revista ainda em 1918.
4 – Lobato fez muito sucesso entre os leitores de países como Uruguai
e Argentina, para onde o escritor se mudou em 1946. Ele também lançou
um livro de ficção científica chamado O choque das raças, onde conta o que aconteceria se um negro fosse eleito presidente dos Estados Unidos.
5 – O Sítio do Pica-Pau Amarelo existe! Fica na cidade de Taubaté e
as visitas são gratuitas. Os turistas podem tirar fotos com os
personagens, assistir peças baseadas nas histórias do autor, visitar o
museu e participar de diversas atividades.
Ao longo do tempo, os livros têm se adaptado cada vez mais às novas tecnologias do mundo moderno. Aos poucos, os meios de leitura foram evoluindo, do papel para os tablets e celulares. Atualmente, as novas tendências para a leitura são os e-books, livros interativos que podem ser uma ótima alternativa tanto para alunos quanto para professores. Além disso, eles possibilitam a economia de papel e dos custos com a impressão.
Para facilitar essas inovações, existem alguns sites que permitem a criação e publicação de e-books online. Confira abaixo uma lista com as principais plataformas que permitem a criação, edição e publicação de livros digitais:
1-ePub Bud O site foi desenvolvido para a criação de livros infantis para tablets. Por meio dele, o usuário pode disponibilizar a sua produção gratuitamente ou ainda vender a sua criação. Além disso, ele poderá também acessar as criações de outros autores, e acessar um acervo com diversos livros digitais para crianças. 2-Myebook A ferramenta está disponível em inglês e permite que o usuário crie e edite livros digitais, além de possibilitar a criação de projetos com vídeos, áudios e imagens. Após a conclusão, o livro pode ser disponibilizado no site. 3-Playfic O site tem uma programação simples, mas possibilita o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. O usuário pode criar a sua narrativa e possibilitar que os leitores escolham o fim da história. 4-Livros digitais O site está disponível em português e pode ser utilizado por alunos e professores. A ferramenta permite que o usuário formate o seu livro, escolha modelos de capas e insira imagens. A obra pode ser convertida em PDF, formato A4 ou ainda ser compartilhada nas redes sociais. Se você sempre teve vontade de publicar seu próprio livro, e ainda de forma gratuita, não espere mais, a chance é essa!